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domingo, 30 de junho de 2013

17º Encontro Opala Clube ABC - Domingo, 07 de Julho de 2013

Amigos,

Está chegando o nosso próximo encontro, de número 17, que ocorrerá no domingo, 07 de Julho de 2013... Neste encontro, contaremos com a visita do Clube Amigos do Opala de Osasco... será uma satisfação recebê-los... bem como os nossos membros e convidados!!!

Contamos com a colaboração da doação de 1kg de alimento não perecível!!!

Segue o folder:


Até domingo,

Abraços,

Opala Clube ABC

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Opala Clube ABC no Encontro Paulista de Antigos de 2013 - Águas de Lindoia


Amigos, é com grande satisfação que compartilhamos com todos as fotos do Opala Comodoro Coupé Azul ano 1998 do amigo, colecionador e membro do Clube Marcelo Bocchi que nos representou no O 18º Encontro Paulista de Autos Antigos, que movimentou a cidade de Águas de Lindoia durante o feriado de maio, reunindo apaixonados por carros clássicos. O evento, que começou na quinta-feira (30) e encerrou no domingo (2), superou as expectativas com 700 antigos inscritos para exposição, entre eles um representante do Opala Clube ABC.

Este modelo de opala foi os últimos coupés a serem produzidos, pois após este ano somente foram produzidos opalas 4 portas, até o ano de 1992, onde infelizmente finalizou-se a produção deste mito.

Este Opala é um modelo Comodoro completo, ar condicionado, direção hidráulica, antena, vidros e travas elétricas com motor 4.1/S – o carro é totalmente original, com todos os manuais e documentos desde zero, além de selos e adesivos mantidos...E teve uma matéria publicada na revista 4 Rodas do ano passado, conforme informações abaixo.


Agradecemos o nosso amigo e sócio Marcelo Bocchi pelo carro e por ter nos representado neste mega encontro de antigos e esperamos que no próximo ano possamos colocar outros Opalas do clube por lá, para fazer compania a este!!!





Simplesmente, sensacional... abaixo mais algumas fotos dos opalas que estavam no evento!














Complementando a nossa publicação, segue abaixo a matéria publicada na revista 4 Rodas sobre o Opala do nosso amigo Bocchi.

Velho conhecido do brasileiro, o Opala sofreu uma revitalização em 1980 que lhe permitiu atravessar a década com o título de maior e mais sofisticado automóvel brasileiro. Entre suas versões destacava-se o Comodoro, que perdera o status de topo de linha para o Diplomata no ano anterior, mas ainda mantinha a aura de luxo e requinte. As mudanças começavam por uma atualização do design: linhas retilíneas em capô e porta-malas, com faróis, piscas e lanternas traseiras retangulares e envolventes. A placa traseira estava agora entre as lanternas e escondia o bocal de combustível (como no Corcel II) e os para-choques ficavam mais robustos,
mesclando bordas cromadas e o centro em preto. Um friso de borracha ornava e protegia a lateral.
Controversa, a reestilização não agradou a todos, mas o comportamento dinâmico sim: bitolas mais largas e geometria de direção revista tornavam ainda melhor a performance dos pneus radiais, agora de série. O Comodoro evoluiu para uma dirigibilidade neutra e direção mais precisa. O esmero no acabamento era superior ao dos Opala básicos, com carpete até no porta-malas, mas o desenho do painel era o dos anos 60, em preto e marrom – não havia mais a opção do vinho. Pintura metálica, direção hidráulica, câmbio de quatro marchas e o retrovisor direito estavam entre os opcionais mais pedidos. O painel redesenhado, todo em plástico, viria em 1981. Entre os avanços, hélice do radiador com embreagem eletromagnética e válvula equalizadora no freio, atenuando a tendência de travar a traseira. Em 1982, ganhou ignição eletrônica e um tanque tão grande (84 litros) que invadia o porta-malas, agora de abertura elétrica. Mas as alterações só evidenciavam o abismo que separava o Opala do moderno Monza, lançado no mesmo ano. Era fácil notar a idade do projeto nos engates duros e imprecisos do câmbio de cinco marchas, adotado em 1983 no quatro-cilindros.
O sucesso do cupê estava na combinação de luxo e desempenho de um Diplomata. No meio da década o acabamento externo mudou, com retrovisores maiores e maçanetas embutidas nas portas. As lanternas passavam a ter os piscas na cor âmbar e os para-choques invadiam as laterais.O Comodoro resistia ao avanço da concorrência com preços convidativos. Mas suas largas colunas traseiras ainda comprometiam a visibilidade, fazendo com que o vidro térmico traseiro fosse opcional quase obrigatório.
O canto do cisne do cupê foi em 1988, quando o Comodoro herdou a sigla SL/E do Monza, que inspirou ainda o formato trapezoidal dos faróis. Na traseira, uma cobertura plástica obrigava a placa a voltar à posição tradicional. No interior, opcionais inéditos: coluna de direção ajustável, saídas de ar na traseira e temporizadores dos vidros, faróis e luz interna. Eixo cardã bipartido, barra estabilizadora dianteira mais grossa e amortecedores pressurizados completavam a última atualização. É desse ano o Comodoro 4.1 do professor Marcelo Bocchi, de São Bernardo do Campo (SP). “A experiência de dirigir o último dos Comodoro cupê é surpreendente: esbanja maciez e conforto. O desempenho do seis-cilindros nas retas é fantástico, especialmente em retomadas e ultrapassagens.” O Opala foi fabricado por mais quatro anos, e só na versão de quatro portas, como o carro favorito de órgãos governamentais e entusiastas do modelo. Mas o cupê, desde sua apresentação em 1971, nunca mais deixou a imaginação e os sonhos dos opaleiros.




Mais uma vez, o Opala Clube ABC parabeniza este carro e seu dono!!!

Opala Clube ABC